O calor na Bahia deve atingir sete municípios entre 7 e 8 de novembro de 2026, segundo previsão da Climatempo. As máximas previstas variam de 34 °C a 39 °C.
A previsão indica temperaturas acima das médias climatológicas em cidades do estado. Correntina e Jaborandi estão entre os municípios com maior diferença em relação às referências históricas.
Correntina, Cocos, Jaborandi, Riachão das Neves, Barreiras, Itapetinga e São Desidério estão na lista. A Climatempo prevê máximas elevadas ao longo de três dias seguidos nas sete cidades.

O período de calor pode aumentar o risco de estresse térmico em animais e a demanda por água. A previsão também aponta possíveis impactos no desenvolvimento de lavouras.
Máximas previstas nos sete municípios baianos
De acordo com a Climatempo, Correntina, Cocos, Jaborandi e Riachão das Neves devem registrar 39 °C de máxima no sábado (7 de novembro de 2026). A previsão coloca as quatro cidades no topo das temperaturas esperadas para o período.
Para Barreiras, a máxima prevista no sábado (7) é de 38 °C. Em Itapetinga, a previsão aponta 34 °C, embora a referência não especifique o dia dessa máxima.
Em São Desidério, a máxima deve chegar a 38 °C no domingo (8 de novembro), segundo a Climatempo. O município integra a previsão de temperaturas elevadas para a Bahia.
Diferenças em relação às médias e possíveis impactos do calor
Correntina e Jaborandi têm normal climatológica das máximas de 31,6 °C. A previsão de 39 °C para sábado (7) representa uma diferença de 7,4 °C acima dessa referência em cada município.
Em Cocos, a normal das máximas é de 32,5 °C, enquanto a previsão para sábado é de 39 °C, diferença de 6,5 °C. Riachão das Neves tem referência de 33 °C e máxima prevista de 39 °C, ou 6 °C acima do normal.
Barreiras deve marcar 38 °C, ante normal climatológica de 33 °C, uma diferença de 5 °C. Em Itapetinga, a máxima prevista de 34 °C supera em 6,7 °C a referência de 27,3 °C.
Para São Desidério, a previsão de 38 °C no domingo (8) fica 5 °C acima da normal das máximas, de 33 °C. A Climatempo associa máximas elevadas por vários dias ao risco de estresse térmico em animais, ao aumento da demanda por água e a possíveis efeitos no desenvolvimento de lavouras.


